14 março 2017

Não foi o que eu disse!

Certa vez me mandaram um vídeo de uma palestra sobre sexualidade que é feita só para mulheres, nela a palestrante estava dizendo que homem não gosta de mulher o que eles gostam é de b#cet#, se não fosse por isso eles nem teriam uma ligação conosco.

Eu achei graça, porque é realmente engraçado se olhar pelo ângulo generalizado e irônico da questão, e faz sentido para as mentes mais céticas sobre o grau de reciprocidade no amor homem x mulher, novamente, de forma generalizada. Mas não quero falar sobre isso. Fica aí lançado na mente de vocês.

Homens gays realmente não gostam – do verbo atraídos – de vagina, acho que até veem uma certa beleza, mas nem por isso deixam de ser amigos nossos e nem por isso são menos homens.

Eu nem vou discorrer quanto a isso também, porque realmente não é necessário. O texto poderia ser levado para caminhos diferentes, eu tive alguns na cabeça, mas resolvi deixar em paz.

Depois de achar engraçado eu achei interessante, porque algumas atitudes relativas ao sexo do homem para com a mulher, que na maioria das vezes nos diminuem, tem uma maneira de se tornar piada. Eis mais um rumo que esse texto poderia ter tomado, mas não quero por enquanto. Fica aí o questionamento. e outra ideia pra post.

Outra coisa:

Eu li, esqueci o blog tô péssima hein gente sobre aquele meme “queria estar morta” que já falei tanto e ouço por aí. O ponto de discussão que a garota colocava é que para mim ou você, isso é irrelevante, não há sentimento, uma piada, mas para quem passa por depressão isso se transfigura, pois é exatamente e literalmente o que a pessoa precisaria estar.

E o que finalmente eu estou tentando dizer com esses dois exemplos não é mesmo?

Peso.

O que eu, você, possa achar idiota/exagero/problematização em algum texto, propaganda, publicidade, palestra etc. olha pode ser realmente SÉRIO, pode parecer bobo à primeira vista, ou típico comum, lógico, mas aí é que está o problema.

É tudo tão urgente, há tarefas a fazer, temos umas cinco abas abertas para ler, dívidas para se preocupar, ou séries para assistir e etc. não temos tempo para pensar, julgar o conteúdo de forma racional, afinal a maioria dessas questões estão latentes. 

Então, se em um primeiro momento você ler, ouvir, ver e tirar uma conclusão definitiva sobre aquela ideia, PARE, pense, reflita, se não mudar a sua opinião, segue a vida, mas se notar a diferença, "o cabelo na sopa" não hesite em discutir – do verbo debater de forma educada, está bem?! Ótimo.

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