05 outubro 2017

#EuFui Rock in Rio 2017

Essa é a primeira parte da minha segunda visita ao RJ, especificamente para falar do RiR, a segunda parte, que será em outro post, será sobre os lugares que fui e pessoas lindas que conheci.

Então, simbora:

Minha amiga e yo

Quando decidi ir ao Rock in Rio, ainda ano passado, realmente não fazia ideia de como seria, ver pela TV não traduz nem um mínimo da experiência que é viver esse Festival.

Sem falar que é no Rio de Janeiro, e desde a primeira vez que pisei nesse país Rio, me apaixonei ô lugarzinho que quanto mais você conhece, mais tem lugar pra conhecer e morrer de amores. Foram dias perfeitos, sem nenhum susto.

Então, fui somente no dia 24.
Palco Mundo:
Capital Inicial, The Offspring, 30 Seconds to Mars e
RED HOT CHILI PEPPERS!

Capital Inicial, indico, amei tudo, foi um show fodaço, e quando cantou “Que País é Esse”, mano do céu!!!! Fiquei sem voz total.

Eu não esperava amar Offspring, já conhecia algumas músicas, mas não esperava me divertir tanto! Incríveis, apesar do som baixo do palco aff – enfim, cara

Jared Leto tu é lindo, sensual, carismático, performer, talentoso no cinema, mas tua 30 Seconds to Mars não me cativou, nem fez cócegas, sorry #notsorry

RED HOT CHILI PEPPERS! Minha banda do ensino médio, junto com Nirvana e Linkin Park, nossa, passou vários filmes na minha cabeça, quando tocou By The Way, quase tive um surto rs. Indescritível, indizível, lindos, maravilhosos, muito mozões, ai amo

Ahh e no palco Rock District, Flausino e Sideral cantaram Cazuza. Foi demais!

Certo, agora vamos a experiência Rock in Rio, primeiro o que me estressou haha vou separar em tópicos:

  • Fila de entrada funcionou até certo ponto, quando estava próximo da abertura o povo saiu correndo e a fila sumiu.
  • Não houve uma revista em mim, a pessoa que olhou minha mochila nem inspecionou direito, ou seja, eu poderia ter levado um canivete e ninguém teria visto. Escondi meu batom e a tampa da garrafa de água no meu tênis ¯\_()_/¯. #chamaapolicia
  • Não tinha lixeiros em lugares eficientes.
  • Só vi apenas um bebedouro, que era na entrada.

Reclamações estruturais a parte, vou falar do que gostei.

Não sei da experiência de outras pessoas, fora um cara que tava fumando maconha na minha cara e ficou a porra do show todinho do Offspring fumando e soltando aquele lixo tóxico na cara de todo mundo eu não tive estresse com ninguém, na verdade tive papos super divertidos e isso é super daora, o clima, a vibe de curtir a música contagia todo mundo e a gente só quer saber de falar nisso.

Eu e minha amiga fomos na Roda Gigante, apesar de eu não gostar muito daquele balancê, eu curti bastante e a vista é ótima. 

Ignorem a cara de monga

Enfrentei uma fila do cão – aliás, fila pra tudo monamour – pra pegar um copo do Itaú, mas nem consegui, era uma multidão, enfim, achamos melhor curtir os shows. 
  • Transporte para o evento, ok.
  • Banheiros, ok.
  • Comidas: Batata frita com cheddar e bacon maravilhosa, foi indicação da Nina.
  • O melhor pastel do mundo, uma delícia também e três Red Bull – poize.
  • Água o suficiente pra não querer ir ao banheiro direto
  • Comida na mochila sempre, afinal tu não vai querer perder o buraco privilegiado onde tu tá vendo o show.

Ficamos próximas ao palco, o suficiente para conseguir respirar, porque né, cem mil pessoas.
E foi ótimo, não indico muito os lados por conta da grua que fica de um lado a outro filmando e atrapalha um pouco se você quer filmar, tirar fotos, mas foi grande mesmo assim. Inesquecível.

Tudo foi bem tranquilo, se quiser ir, vai sem medo, você vai curtir tanto que as dores nas canelas no outro dia só vai te fazer lembrar do momento incrível que tu viveu, da tua banda do coração e daquelas músicas que fizeram parte da trilha sonora da tua vida. Vai, que vai ser uma lembrança feliz, e tu já vai querer planejar a ida na próxima edição ♥ 

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